
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) tiveram os dados usados para tentativa de filiação no PT. Informações sobre os dois e outras pessoas da família, além de aliados, foram vazadas na noite da segunda-feira (1º) pelo Anonymous Brasil.
Hoje, Carlos confirmou que teve dados vazados, chamando a ação de “clara tentativa de intimidação”. Ele acusou o pessoal “pró-democracia” pelo vazamento, embora não tenha citado ninguém diretamente nem apresentado provas. Também disse que medidas legais foram tomadas.
Indeferido. https://t.co/UyNYFpO1mN
— PT Brasil (@ptbrasil) June 2, 2020
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Um dos perfis ligados ao movimento publicou imagens que alega retratarem a lista de bens declarados por Bolsonaro, com valor idêntico à declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de R$ 2.286.779,48, e até uma suposta fatura de posto de gasolina em nome do presidente no valor de R$ 56.160,00, com data de fevereiro deste ano e endereço de cobrança no seu endereço residencial na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O número do CPF do presidente também foi exposto.
Mais cedo, o diretor do Departamento de Segurança da Informação (DSI), general de Brigada Antônio Carlos de Oliveira Freitas, disse ao Uol que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) acompanha o caso e que os dados divulgados são “muito requentados”, com vários deles podendo ser obtidos “por pesquisa mais atenta na mídia aberta”. Segundo ele, nem tudo que foi divulgado é fruto de vazamento, portanto.