
Policiais federais estão realizando, em Tocantins, uma operação para desarticular um suposto esquema criminoso de desvio de recursos da Previdência Social. Com o apoio da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, a PF estima que os investigados causaram um prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos.
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Mais de 50 agentes participam da Operação Tempo Perdido. Com autorização da 4ª Vara Federal do Tocantins, estão sendo cumpridos dois mandados de prisão temporária, 12 mandados de busca e apreensão de provas em endereços ligados aos investigados e 13 mandados de intimação de suspeitos. A Justiça também autorizou o afastamento de dois ocupantes de cargos públicos de suas funções, mas até o momento, nem a Seção Judiciária do Tocantins, nem a PF, forneceram informações sobre estes funcionários públicos.
Os mandados de intimação estão sendo cumpridos no Tocantins, em Minas Gerais e no Distrito Federal. A PF diz já ter indícios que apontam o envolvimento dos investigados com associação criminosa, corrupção passiva e ativa e peculato.
O nome da operação, Tempo Perdido, é uma referencia ao tempo de contribuição que faltava aos investigados para que pudessem obter seus benefícios licitamente.