
Super-Homem? Batman? Que nada. Quem tem ajudado de verdade boa parte das famílias brasileiras é o auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo federal. A maior prova de que a ajuda já foi alçada ao posto de super herói é que até tema de festa infantil o benefício já foi.
A autora da homenagem foi Kaysa Marra, 28, que mora na cidade de Patos, em Minas Gerais. Segundo o jornal Extra, a celebração aconteceu no último dia 26 e comemorou o sétimo mês de vida do pequeno Henrique Alves.

Além do bolinho personalizado e uma plaquinha da Caixa, um dos bancos onde se saca o benefício, o “mesversário” teve até um macacãozinho especial com uma frase que tem deixado em pé aqueles que ainda não angariaram o auxílio: “em análise”. Ela conta que a ideia saiu da divulgação massiva da ajuda pelos meios de comunicação.
“Todos os meses penso em um tema para tirar algumas fotos. Geralmente, é bem em cima da hora e com pouca produção. Quando tive a ideia, conversei com uma amiga que faz bolos e trocamos sugestões. Ela me passou o contato de uma empresa que faz body personalizado, eu logo mandei fazer, e fizemos essas fotos lindas”, contou a mãe ao Extra.
Kaysa recebeu o auxilio emergencial do governo, pois é beneficiária do Bolsa Família. E festeja, já que fazia outros bicos para complementar sua renda antes, mas os trabalhos foram interrompidos em razão da pandemia. Henrique tem também um irmão: Arthur Alves, de 13 anos. A comemoraçao foi entre eles e o pai, Diego Alves, de 33. Outros parentes e amigos ficaram de fora, por causa do isolamento necessário neste período. Mas se divertiram à distância com as publicações nas redes sociais.
“O pessoal amou e achou muito criativo, apesar da situação crítica”, diz Kaysa.A criatividade da mãe não se discute. Para comemorar um mês da vida de Henrique, o tema foi Halloween. Aos dois meses, Batman. Aos três, Natal. Aos quatro, férias. Aos cinco, Chavez. E aos seis, fazendinha.
Olá. Ainda existe um grupo de pessoas que está no limbo eterno do “em análise”. Este grupo de pessoas (o qual eu me incluo) fez o primeiro cadastro dia 07/04. Após anunciarem erro no app, refizerem o cadastro no dia 23/04, e estão até então sem resposta. 23 dias sem resposta.
Uma característica em comum destas pessoas é ter o ZERO como número inicial do CPF (ou de seus familiares). Alguns suspeitam que o sistema não reconhece este ZERO, apagando este dígito quando os dados vão do aplicativo para o sistema da Dataprev, tornando, desta forma, o CPF errado, por estar com um dígito a menos.
Esta informação precisa ser revista e problema corrigido.